Mostrar mensagens com a etiqueta Gravidez. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gravidez. Mostrar todas as mensagens

30.9.10

Vou contar-vos um segredo!

Avogi partilhou um segredo com as suas leitoras e fez-me lembrar o início da minha gravidez!
Infelizmente, eu enjoei e vomitei muito até aos quatro meses e meio. Qualquer cheiro me desagradava e até depois de ter bebido um copo de água vomitei!
Das situações mais engraçadas (mas na altura nem eu nem ele achamos piada) que me aconteceu foi... enjoar com o cheiro do meu marido! Acreditem! Muitas vezes, à hora do almoço ou do jantar ficava com vontade de chorar só de me lembrar que o pobre coitado estava para chegar a casa! Ele não tem culpa de ter um trabalho forçado e não vir a cheirar propriamente bem mas... eu chegava a recusar-me a dar-lhe um beijo ou a permitir que se aproximasse de mim enquanto não tomasse banho!
Ainda bem que esta situação foi temporária!
Tenho um marido fantástico e com muita paciência!

17.9.10

Aulas e alimentação

Bem... este ano lectivo (pelo menos parte do que eu aguentar) vai ser difícil em termos de alimentação. Se não estivesse grávida era uma coisa mas estanto a "coisa" vai ser complicada. Este ano lectivo à 6ª feira entro às 08h30 e saio às 13h30 e tenho apenas 15min para almoçar, pois torno a entrar para a sala de aulas às 13h45! Claro, depois acabo por comer aquelas porcarias do bar. Não sei o que fazer... talvez opte por levar uma sopinha e uma sandes de casa e almoce na sala. Ir à cantina com semelhante fila é que está fora de questão.
No entanto, o meu pensamento se está a fixar numa coisa destas:




Quando o meu pequeno S. nascer isto é das primeiras coisas que vou comer! LOL


15.9.10

Análises

Mas porque será que tirar sangue para análises me custa tanto?
Hoje ia tendo um "piri paque" no hospital! Eu sei que não tenho boas veias e que são difíceis de encontrá-las e blábláblá mas fogo... até chorei! Acreditam que a enfermeira me espeta aquela coisa medonha à qual chamamos agulha e não sai nem uma gotinha?!? Então a sra. põe-se a escarafunchar o meu bracinho, eu a chorar, a bater com os dedos dos pás no chão, a entrar em paranóia, a enfermeira já toda suada até que... finalmente a veia consegue largar um sanguito para uns míseros CINCO tubos!
E como se não bastasse todo este sofrimento, tive de beber uma coisa horrorosa (para medir os níveis de glicemia), esperar uma hora e tornar a ser picada para mais uns dois tubinhos!
Já é a segunda vez que passo por este processo e a enfermeira entusiasmou-me tanto que me disse que não iria ser a última vez! Que bom! Dei pulos de alegria, como devem calcular :S
Ahhh... já me esquecia! Fiquei com uma pisadura enorme em cada braço para variar.


Depois de uma manhã destas, com dores nos braços, ter daqui a pouco uma reunião de professores no Conservatório, chegar a casa ao fim da tarde e ter de passar a ferro... ui ui! O resto do dia promete! 

9.8.10

Gravidez: Como sobreviver ao calor

Só quem está (ou já esteve) grávida no Verão sabe como é difícil arrastar as pernas e como todo o corpo se torna ainda mais pesado. Os tornozelos incham, os pés não cabem nas sandálias, os anéis não entram nos dedos! Um sofrimento!
As pernas e os pés inchados são um sintoma normal da gravidez, sobretudo nos últimos meses, esteja frio ou calor. No Verão torna-se mais intenso e incomodativo.
Respeitar o nosso corpo e o nosso "estado" é a primeira e a mais importante forma de atenuar alguns sintomas.
Normalmente, as pernas inchadas não doem mas com o avançar do dia o inchaço vai-se agravando e, por vezes, ao fim do dia podemos sentir-nos uns autênticoas elefantes!:)
Para evitar tal situação, é necessário evitar estar muito tempo em pé e manter as pernas elevadas por alguns momentos ao longo do dia. Infelizmente, nem todas as profissões permitem as mulheres sentarem-se por alguns momentos.
Aplicar um creme refrescante antes de deitar é também uma boa medida para que a noite seja mais agradável, assim como colocar uma almofada debaixo dos pés para os manter elevados (ultimamente as almofadas têm sido as minhas melhores amigas!).
Usar calçado confortável e que não seja totalmente raso alivia também o edema.

Aumentar o consumo de água é essencial para mãe e filho e não esperar até ter sede. A sede é um sinal de que o organismo já entrou em défice de hidratação. Aconselham-se, pelo menos, dois litros diários.
O modo como comemos também influencia o nosso estado em geral. Devem-se preferir refeições leves, alimentos frescos, muita fruta, iogurtes, grelhados e saladas (muito mas muito bem lavadas). Opções saudáveis e que bem sabem quando está calor!
Estar muitas horas sem comer faz com nos sintamos indispostas, com tonturas e com aquela sensação horrível de desmaio (infelizmente já passei por essa situação), por isso fazer pequenas refeições intercalares evita quebras de tensão e hipoglicemia.
Na praia ou na rua devemos fazer como se o bébé já estivesse cá fora, ou seja, protejer-nos do calor e manter-nos o mais tempo possível ao fresco (sempre com as pernas elevadas!), usar protector solar para evitar escaldões e o aparecimento de manchas. 
Nadar no mar ou na piscina é um óptimo exercício e contribuirá para o nosso bem-estar e com a vantagem que dentro de água poderemos sentirmo-nos mais...leves!

Ahh... já agora, evitem a bola de berlim e prefiram fruta fresquinha!


Beijinho a todas a grávidas da M e do S.



7.8.10

Como é possível?

Estava eu a fazer "zapping" pelo site da Máxima quando me deparo com a seguinte notícia:

"A ANA-Aeroportos de Portugal não atribui o prémio de assiduidade às trabalhadoras com dispensa para amamentar, uma situação que se arrasta há anos e que infringe a lei. O Código de Trabalho estabelece que a dispensa de duas horas por dia, até o bebé ter um ano, para amamentação ou aleitação "não determina perda de quaisquer direitos e é considerada como prestação efectiva do trabalho". Além disso, a ANA vai contra a Constituição da República Portuguesa, que consagra a protecção às mães trabalhadoras durante a gravidez e após o parto."

Estando eu grávida do meu pequeno S., estas questões (e outras também) vão deixando-me um pouco mais alerta.
E assim vai o apoio à maternidade num país com uma taxa de natalidade cada vez mais baixa! Que belo exemplo por parte de uma empresa que pertence ao Estado!